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FRANÇA - Dai 09: Montpellier e Carcassonne

Deixamos as malas já prontas na noite anteior e pegamos a estrada o mais cedo que conseguimos. Programamos o GPS até Montpellier, que fica exatamente no meio do caminho a Carcassonne. Pegamos a autoroute, pois teríamos que fazer 150 km mais 150 km – era preciso ganhar tempo. Ao todo, gastamos quase 24 euros em pedágio neste dia. Mas valeu chegar mais rápido.
Montpellier nos surpreendeu por seu tamanho e ritmo. Ela tem um centro antigo como todas as demais cidades, mas parece ferver. Achamos mais confuso dirigir por ali, embora para nós tenha sido apenas entrar e sair da cidade. Demos sorte e acabamos caindo dentro de uma dos estacionamentos subterrâneos da cidade, onde pagamos 12 euros para cerca de 5 horas. Mas não tem outro jeito. O legal é que o estacionamento que ficamos era bem no coração do centro, na Praça da Comédia. Lá tem vagas especiais para famílias com bebês!! Tem banheiros, trocador e elevador.
Logo na saída já avistamos o centro de informações. Pegamos um mapa e nos deram indicações do que fazer em algumas horas na cidade, também dando a noção de que o centro antigo é percorrível de ponta a ponta em 15 a 20 minutos a pé.

Já de sacolona pronta, nos dirigimos até o Jardin des Plantes em busca de um local pra piqueniques. Esfomeados, nem tiramos fotos até chegarmos lá e comer... Seguimos pela rua principal, a rue de la Roge, passamos pela prefeitura, seguimos por ruelas e quando entramos no Jardin vimos uma placa que dizia ser proibido fazer piqueniques. Mas àquelas alturas, com tamanha fome, não tinha jeito. Procuramos um local mais ou menos afastado, sentamos nuns tronquinhos, pois na grama dizia que não era pra subir, e fomos comendo sem grandes acampamentos. Depois vimos mais gente fazendo o mesmo por lá, alguns aliás esparramados pelos gramados. O lugar é muito bonito, criado em 1593!! Ficamos ali um tempinho, deixando Joaquim explorar a região.

Dali seguimos pra visita a Faculdade de Medicina que fica junto a Catedral Saint-Pierre. Predião impressionante.


Seguimos então a Place Royale du Peurou, onde se encontram dois cartões postais da cidade: o Chatêau d’Eau e Aqueduc.Dia lindo, aproveitamos pra tirar fotos, passamos pelo Arco do Triunfo e seguimos pela chiquetosa rua Foch – que nos lembrou um pouco a Champs Elysées de Paris com suas lojas de grife. Voltamos ao estacionamento pra deixar nosso excesso de carga pós-piquenique e seguir para o bairro Antigone. Andamos, andamos, andamos e pensamos que não valia muito à pena gastar tão pouco tempo na cidade naquele lugar. Fomos até o rio Lez e sentamos pra um café.
Montpellier nos lembrava por vezes de Paris, por vezes da Provence, pela mistura de arquiteturas e ritmos da cidade. A noite lá deve ser bacana, mas não ficamos pra saber.
Voltamos ao carro e seguimos por mais 150 km até Carcassonne. Quando chegamos lá, nos instalamos no nosso Chambre d’hôte que fica a 300 m da cidade murada de Carcassonne. Nem descarregamos direito a bagagem, deixamos ainda dentro do carro que ficou estacionado no pátio fechado da casa e nos apressamos a subir pra ver a cidade com um resto de luz. Subimos por trás, por uma trilha na grama barranco acima e pudemos ver o sol se pondo e tirar algumas fotos do lado de fora das muralhas. Achamos uma porta de entrada e começamos, extasiados, a percorrer as ruelas da cidade medieval. Jantamos por ali e acabamos indo dormir tarde, ansiosos esperando o dia amanhecer.

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