EM CONSTRUÇÃO

BLOG EM CONSTANTE ATUALIZAÇÃO - FIQUE LIGADO

FRANÇA - Dia 05: Aqueduc de Roquefavour, Salon-de-Provence e Château de La Barben

Resolvemos dar uma descansada no hotel. Joaquim estava com sono na hora de sair e resolvemos deixá-lo fazer sua soneca no berço. Resultado, mais de 3 horas de soninho. Acabamos começando nosso passeio por volta das 16h. Tínhamos decidido visitar lugares no departamento de Bouches-du-Rhône, nos arredores de Aix. Começamos indo ao Aqueduc de Roquefavour. Pra chegar lá, programamos o GPS para Roquefavour pra ver onde ia dar para então tentar localizar o aqueduto. Deu certo, logo vimos placas e em 15 minutos já estávamos lá. Vale a pena parar o carro e caminhar nas margens do riacho que passa sob a ponte. Vimos gente no alto do morro, perto do aqueduto, o que nos leva a crer que dá pra subir lá, talvez até a pé do ponto onde estávamos. Não quisemos tentar pois tinha recém chovido e não queríamos levar Joaquim nessa aventura. Fomos então até o centro de Roquefavour, onde o GPS indicava. Tinha apenas uma casa lá...

De lá programamos o GPS e fomos pra Salon-de-Provence. Em 30 minutos chegamos à cidade. Tinha ares de cidade maior, tendo uma região central antiga. Procuramos o castelo, o Château de l’Empéri e avistamos no alto de um morro. Conseguimos chegar lá de carro, ele estava aberto mas não conseguimos vaga pra estacionar. Ficamos rodando na cidade tentando achar onde deixar o carro e tivemos muita dificuldade para achar uma vaga. Chovia fraquinho, as ruas estavam desertas. Era domingo a tarde e não tinha praticamente nada aberto. Parecia cidade fantasma. Conseguimos uma vaga e fomos a um café pra dar um tempo e ver se a chuva diminuía. O café ficava na frente do relógio e da fonte que parece um champignon gigante, de tanto limo acumulado.




A chuva diminuiu e entramos na cidade velha, percorrendo as ruelas. Encontramos logo uma estátua muito bacana de Nostradamus. Ele é figura turística lá, tendo uma pintura enorme dele na fachada de um prédio, uma rua com seu nome onde fica também o seu museu, na casa onde ele morou. Chegamos ao castelo e ele tinha fechado. Andamos mais um pouco e achamos a cidade muito mau conservada. Prédios com arquitetura recente se misturavam com os antigos, mesmo na parte mais antiga da cidade. Muitos dos prédios mais velhos estão mal conservados, dando um ar decadente a cidade. A impressão que dá é que não há uma política de preservação nem manutenção. Mesmo um dos atrativos desta parte central, a fonte antiqüíssima perto do castelo, que tinha placa com informações históricas e falava sobre a restauração do local, era desoladora. Estava muito suja e tinha lixo acumulado dentro, no fundo, com cara de que estava lá há muito, muito tempo. Fomos embora com a sensação de que não vale muito pena incluir Salon num roteiro. Talvez a visita ao castelo seja bem legal e o museu de Nostradamus, mas castelos legais existem em várias cidades. Bem bacana foi ouvir os sinos da igrela de Saint-Michel tocando, é um conjunto de sinos que badalam música em alguns horários.



Dali programamos o GPS para a cidade de La Barben, pois vimos no mapa turístico que tinha um castelo lá. Em 15 minutos, uns 30 km, estávamos dentro desta cidadezinha que nos pareceu muito simpática. Ela parece ser uma cidade recente, feita de casinhas com jardins. Não nos pareceu ter atrativos turísticos. Vimos placas indicando o Château de La Barben e seguimos direto. No fim da estrada vimos surgir o castelo. Ele tem todos os ares de um castelo medieval, com torres, muros, com janelinha pra princesa e parecendo a espera de algum dragão voador. Muito bonito. Ao lado do castelo tem um jardim lindo e tem também uma área de piquenique ao lado do riacho. Toda região de floresta. O Castelo fica ao lado do zoológico de La Barben. Estava escurecendo, tudo molhado da chuva e resolvemos voltar. Vimos um cartaz dizendo que nos dias 2 e 3 de abril o castelo reabrirá com apresentações medievais. Então resolvemos voltar no domingo pra um piquenique e visitar o castelo. Programamos o GPS pra voltar a Aix e em 20 minutos já estávamos chegando. No caminho passamos por um vilarejo chamado Saint-Cannat, bem pitoresco e bonito e pensamos em talvez ficar em uma pousada ali, no final de semana quando estaremos fechando a viagem.

Nenhum comentário:

Postar um comentário