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FRANÇA - Dia 11: Carcassonne - Ventabren - Aqueduc - Aix-en-Provence

O sábado amanheceu molhado e cinza. Uma leve chuva caia, um contraste inacreditável com o sol do dia anterior. Tivemos muita sorte. Por causa do tempo e cansados, abortamos os projetos de visitar a feira de produtos regionais no centro da cidade nova, visitar a catedral e fazer o passeio de barco. Uma pena...

Programamos o GPS e 260 km depois chegaríamos ao destino. Pegamos a autoroute novamente e lá se foram mais cerca de 24 euros em pedágios. O caminho sem pagamento de pedágio levaria 3h30, ao invés das 2h30, então resolvemos pagar. Conforme seguimos viagem, o tempo foi mudando radicalmente. Quando nos aproximamos de nosso destino, o céu estava sem nenhuma nuvem e com um belo sol.

Como estava cedo e sabíamos que o chek-in era somente às 17h, resolvemos ir para a cidade de Ventabren comer alguma coisa. A cidade, embora abarrotada de carros, estava praticamente deserta. A cidade parece cinematográfica, com a igrejinha, as casas e seus terraços na subida no morro, portas, janelas e varandas super bacanas, ruas em curva e com escadas.




Andamos por lá e o único restaurante que encontramos tinha várias estrelas Michelin – o que significa ser mais caro. Mas já passava das 14h30 e disseram que estava fechando. Vimos um café aberto mas a moça disse que não tinham nada pra comer. Pedimos uma bebida gelada, ela aqueceu a comida de Joaquim e sentamos no meio daquele cenário lindo matando a fome ao menos de um de nós. Seguimos caminhando e subimos ao topo do morro onde tem umas ruínas. Lá, atrás do cemitério, encontramos um centro de lazer com muita gente, muito espaço, muitas quadras esportivas de todos tipos. Não vimos lugar nenhum pra comer, mas belos gramados pra piquenique.


Resolvemos chegar mas cedo no Chambre d’hôte, programamos o GPS e seguimos por estradinhas muito estreitas. Vimos placas na estrada e encontramos o local. Como nas fotos, é realmente lindo, com uma vista fantástica do vale, uma piscina enorme, um jardim diversificado. Encontramos a dona e ela disse ter enviado a resposta naquela manhã, dizendo que não poderiam nos receber, pois estavam replantando jardim, sem muita estrutura na casa... mas já que estávamos lá ela disse que poderíamos ficar. Ainda assim, decidimos ir pra Aix, procurar nosso conhecido Hotel L’Atrium. Este Chambre d'hôte, diferente de Carcassone, nos pareceu isolado demais, longe de tudo.

Pegamos a estrada e no caminho vimos que o GPS nos levou novamente para o Aqueduc de Roquefavour. Céu azul, resolvemos achar alguma estrada que nos levesse para o alto. Seguimos caminhos e vimos um carro que ia na mesma direção. Lá em cima, fomos de carro até onde dava e pegamos uma estradinha a pé, bebezão no sling e seguimos caminhando. Tinha cerca de 10 ou 12 pessoas por lá: idosos caminhantes, gente de bicicleta, casal com um menino - tudo que é tipo de gente curtindo a vista fantástica lá do alto, o aqueduto e a montanha Sainte-Victoire que se fazia presente.







Quem diria que uma manhã tão feia viraria um dia assim?




Saciados, nos instalamos novamente no hotel. Agora a preço de balcão (pagamos mais caro por termos ido sem reserva pela internet). Assim que largamos as malas, corremos pra um Quick, que fica na Avenida Mirabeau, que estava super animada. Sentamos numa mesa na calçada pensando que o melhor foi ter voltado pra civilização, pro movimento, pro espaço já dominado. Muitos dias circulando, as baterias já estavam ficando fracas... descansar é preciso.
Mas os planos de ir ao castelo de La Barben continuaram de pé.

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